HABITAÇÃO
Construção de moradia unifamiliar

Construção de moradia unifamiliar

Construção de moradia unifamiliar

estudo
2001
ante-projecto
licenciamento
início
2003
conclusão
2005
notas-autor
Como opção, e devido ao acentuado declive do terreno, uma “caixa”, aberta dos topos, “tomba” ligeiramente de maneira a equilibrar os alçados dos topos e encontrar um equilíbrio com a pendente do terreno. Enquanto na “caixa” aparecem janelas, que, com um enquadramento quer solar, quer das vistas, permitem a entrada de luz nos espaços, os topos dessa mesma “caixa” são revestidos com painéis de madeira, procurando algum enquadramento com o meio rural e, num sistema mais alargado, com o Minho, já que é um material característico desta zona. A habitação organiza-se segundo dois espaços claramente divididos pela caixa de escadas que dá acesso à cave e por uma lareira que procura o enquadramento do hall de distribuição: zona pública/estar contendo uma cozinha com despensa, sala de estar/jantar, uma; zona privada contendo três quartos, uma casa de banho completa e uma casa de banho privativa, outra, sendo esta claramente voltada para as traseiras do terreno. Houve uma preocupação adicional para que os quartos ficassem voltados para nascente, quadrante este o mais apropriado para tais espaços. A sala e a cozinha, desniveladas 30 cm do resto da habitação, pretendem manter um enquadramento com o exterior, enquanto se relacionam com a pendente do terreno, abrindo-se claramente para o logradouro (ver alçado sul), com um pátio que pretende ser o prolongamento da sala e, ao mesmo tempo, um espaço de lazer exterior. Uma ampla janela, com vidro único, no alçado norte, permite aos utentes tirar partido das excelentes vistas que se nos faz sentir até ao outro lado do rio Lima.
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